Autoridades sanitárias querem capturar cães vadios
Sucedem-se as mortes por raiva na província da Huíla.
Entre Janeiro e Abril últimos a província registou 20 óbitos em 345 mordeduras de cães, apesar de que nem todas as mordeduras sejam um caso confirmado de raiva.
A situação está a deixar preocupado o chefe do departamento de saúde pública e controlo de endemias, da Huíla, João Kiala, que defende a intensificação da campanha de vacinação antirrábica e recolha coerciva dos animais vadios.
“Continuamos a insistir aos nossos colegas que fazem a vacinação dos animais no caso a veterinária, que essa actividade deve ser mais intensificada e activa no sentido de podermos controlar a disseminação da raiva em animais domésticos na comunidade,” disse.
“ A primeira medida que nós propomos seria a recolha coerciva de todo o animal vadio que esteja na rua - cães, gatos macacos devem ser vacinados,” acrescentou
A existência de muitos cães vadios traz a debate a prática da criação de animais domésticos e dos cães em particular. São muitas as famílias que possuem os animais por razões de segurança, mas sem condições de criá-los.
Para o médico, João Kiala cada mordedura de um cão raivoso é um óbito confirmado.
“ É necessário reflectir aqui que cada caso de raiva confirmado é igual a um óbito, porque a raiva é uma doença que não se consegue tratar,” disse.
Os serviços de veterinária garantem que apesar de tudo, têm o controlo da situação. A província aguarda a todo o instante pela chegada de doses de vacinas para repor a capacidade vacinal.
De acordo com o responsável dos serviços de veterinária da Huíla, Miguel Barbosa, já foi construído um canil gatil para a recolha compulsiva dos cães vadios: “ Nós construímos um canil gatil falta-nos é pura e simplesmente o material de captura,” disse.
Miguel Barbosa alerta que independentemente das competências dos serviços de veterinária é importante que as famílias saibam lidar com os animais.
“ Há pessoas inclusive têm 5, 6 cães e depois não têm capacidade de alimentar os canídeos, para que reter esse número de cães e pô-los a sofrer,” disse o médico.
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Entre Janeiro e Abril últimos a província registou 20 óbitos em 345 mordeduras de cães, apesar de que nem todas as mordeduras sejam um caso confirmado de raiva.
A situação está a deixar preocupado o chefe do departamento de saúde pública e controlo de endemias, da Huíla, João Kiala, que defende a intensificação da campanha de vacinação antirrábica e recolha coerciva dos animais vadios.
“Continuamos a insistir aos nossos colegas que fazem a vacinação dos animais no caso a veterinária, que essa actividade deve ser mais intensificada e activa no sentido de podermos controlar a disseminação da raiva em animais domésticos na comunidade,” disse.
“ A primeira medida que nós propomos seria a recolha coerciva de todo o animal vadio que esteja na rua - cães, gatos macacos devem ser vacinados,” acrescentou
A existência de muitos cães vadios traz a debate a prática da criação de animais domésticos e dos cães em particular. São muitas as famílias que possuem os animais por razões de segurança, mas sem condições de criá-los.
Para o médico, João Kiala cada mordedura de um cão raivoso é um óbito confirmado.
“ É necessário reflectir aqui que cada caso de raiva confirmado é igual a um óbito, porque a raiva é uma doença que não se consegue tratar,” disse.
Os serviços de veterinária garantem que apesar de tudo, têm o controlo da situação. A província aguarda a todo o instante pela chegada de doses de vacinas para repor a capacidade vacinal.
De acordo com o responsável dos serviços de veterinária da Huíla, Miguel Barbosa, já foi construído um canil gatil para a recolha compulsiva dos cães vadios: “ Nós construímos um canil gatil falta-nos é pura e simplesmente o material de captura,” disse.
Miguel Barbosa alerta que independentemente das competências dos serviços de veterinária é importante que as famílias saibam lidar com os animais.
“ Há pessoas inclusive têm 5, 6 cães e depois não têm capacidade de alimentar os canídeos, para que reter esse número de cães e pô-los a sofrer,” disse o médico.