A cooperação entre o estado e os agentes culturais é algo que serve as duas partes e deve continuar, disse o director da Feira Internacional do Livro e do Disco Jomo Fortunato.
Fortunato disse que o interesse manifestado pelas autoridades de Luanda numa maior cooperação é “para nós uma aproximação muito positiva”.
“Interessa ao estado essa aproximação para que nós tenhamos a execução e o estado venha com as políticas de apoio”, disse.
O director da feira disse que por agora “fala-se muito na municipalização da cultura”.
“Nós não sabemos qual será o próximo passo mas de certo estaremos nos municípios”, acrescentou.
“Luanda é Leitura” foi a temática escolhida este ano para a 13ª Edição da Feira internacional do Livro e do Disco de Luanda que decorreu de 19 a 25 de Agosto passado.
A marginal de Luanda, baía foi o local escolhido e 100 expositores marcaram presença este ano, superando o número anterior (40) em 2017.
Foi a primeira vez que a Baía de Luanda acolheu este tipo de feira, certame que está a cargo da editora Arte Viva, edições e eventos culturais, que tem tido o apoio de instituições públicas e empresas privadas.
A Feira do Livro e do Disco de Luanda é uma oportunidade de convívio e de intercâmbio cultural, abrindo inúmeras oportunidades comerciais, entre editores, produtores, livreiros e alfarrabistas nacionais e de países estrangeiros com representação diplomática em Angola, que pretendam promover as suas literaturas e músicas.