A falta de espaço na procuradoria da república na Huíla está a dificultar o trabalho do ministério público.
As actuais instalações em que funciona o ministério público datam do tempo colonial e passados vários anos já não respondem ás exigências do presente marcado pela acomodação de dez magistrados e mais de 60 funcionários administrativos.
O procurador provincial da república na Huíla, Justo Bartolomeu, disse que as diversas secções da procuradoria têm que trabalhar " na mesma mesa" devido á falta de espaço.
“Há recursos humanos, há a área das finanças, há a área de processos-crime, há a área de processo cível e todos na mesma mesa como se estivessem aí reunidos," disse.
"Isto não nos cria a produtividade que nós pretendemos,” acrescentou
As autoridades da Huíla já anunciaramde acordo com promessas do ministério de tutela a construção de um palácio da justiça que desafogaria o actual edifício onde convergem a procuradoria, o tribunal provincial e a direcção provincial da justiça.
Até ao momento não há sinais que apontam nesse sentido.
Justo Bartolomeu refere que alguns insucessos decorrentes do desempenho do ministério público estão associados a exiguidade de espaço para trabalhar.
Bartolomeu fez notar que "os magistrados são colocados três ou quatro no gabinete e efectivamente assim o trabalho não corre bem”.
Edifício da procuradoria é do tempo colonial e não responde às necessidades